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Saúde da Mamãe
Por que vale a pena fazer um ultrassom 4D na gestação?

24 de agosto de 2018

Exame fornece imagens muito próximas da realidade

Por que vale a pena fazer um ultrassom 4D na gestação?

Além de sua importante função de avaliar a saúde e o desenvolvimento fetal, a ultrassonografia é sempre um momento emocionante para os pais. É quando eles se sentem ainda mais próximos do bebê, pois o veem tomando forma. Quando escolhem fazer o exame na sua versão 4D ficam boquiabertos, tamanha a nitidez da imagem. Conversamos o ultrassonografista, especialista em medicina fetal, Dr. Marcello Braga Viggiano, para esclarecer as dúvidas sobre esse tipo de ultrassom e você avaliar se vale a pena fazer um durante sua gravidez. Confira:

Quais as diferenças entre os ultrassons 3D e 4D?

A diferença principal entre os dois tipos de ultrassonografia encontra-se no tempo entre a aquisição da imagem no modo bidimensional convencional e a reconstrução tridimensional realizada pelo software dos aparelhos que estão processando a imagem. Todo esse processo realizado no aparelho de 4D acontece de maneira mais rápida e com melhor aceitação de qualidade resolutiva da imagem entre as gestantes.

Qual o melhor momento da gestação para fazer um ultrassom 4D?

O 4D pode ser realizado durante toda a gestação. Algumas pacientes montam uma espécie de “baby book” de recordação de momentos da gravidez com imagens durante os três trimestres da gestação. Entretanto, uma das melhores fases para aquisição das imagens faciais é entre a 26ª e a 30ª semanas de gestação. Após esse período, o exame pode ficar prejudicado em função da posição fetal.

Em que casos ele é indicado? 

Ele pode ser indicado com essa finalidade de armazenamento de imagens muito próximas da realidade; como uma recordação do período gestacional; mas também poderá ser indicado com finalidades médicas para observação mais detalhada de alguma superfície fetal ou na suspeita de alguma alteração morfológica; como por exemplo nos casos de fissuras labiais, alterações de coluna vertebral, entre outros.

Como costuma ser a reação das mamães ao fazer o ultrassom 4D, já que o bebê é visto com maior nitidez?

Percebo reações familiares extraordinárias e emocionantes durante a realização desses exames; uma vez que eles antecipam com muita semelhança alguns traços fetais e das crianças presentes por vezes nas mães e em outros momentos nos pais. De certa forma, ele retira um pouco da ansiedade natural do casal antecipando a aparência da criança.

As mamães conseguem guardar/imprimir essas imagens?

As melhores imagens armazenadas durante o exame podem ser impressas ou arquivadas em mídias eletrônicas de acordo com a preferência das mamães.

Essa maior “nitidez” nas imagens facilita o diagnóstico de algum tipo de alteração no bebê?

Em alguns casos utilizamos o 4D para nos fornecer maiores detalhes a respeito de uma determinada alteração que foi observada na ultrassonografia convencional bidimensional. Exemplos seriam as fissuras labiais, os defeitos abertos da coluna, alterações do polo cefálico; alterações esqueléticas de membros, entre outros.

É possível a imagem não ser nítida em um ultrassom 4D?

Como todo exame de imagem ele apresenta alguns fatores limitadores para sua realização, entre os quais destacaria, a idade gestacional muito tardia, a posição fetal, a quantidade de líquido amniótico e o tecido subcutâneo materno. Essas características podem influenciar na nitidez das imagens.

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