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Saúde do Bebê
Como a família pode identificar a Síndrome do Respirador Bucal?

29 de Maio de 2018

Otorrinolaringologista esclarece quais principais sinais podem acompanhar a Síndrome do Respirador Bucal

Como a família pode identificar a Síndrome do Respirador Bucal?

“Meu filho está sempre com a boca aberta!”. “Ele ronca!”. Essas são queixas comuns tanto no consultório do otorrino quanto no do pediatra e podem indicar que a criança apresenta a Síndrome do Respirador Bucal, ou seja, o pequeno substitui a respiração pelo nariz pela respiração pela boca, pontua a otorrinolaringologista e cirurgiã da face Dra. Súrya Guérios Vasselai. Ela esclarece que os principais sinais que podem acompanhar essa síndrome são:

• respiração bucal
• obstrução nasal
• dor
• ardência ou prurido na garganta
• secreção espessa na garganta
• tosse seca persistente
• resfriados recorrentes
• mau hálito
• sonolência
• irritabilidade
• dificuldade para engolir
• mau aproveitamento escolar
• flacidez da musculatura em torno da boca
• aumento de cáries dentárias
• deformidades na formação dos dentes.

“Esses sintomas podem vir juntos ou isolados. Para fechar o diagnóstico não precisamos ter todos juntos e, além dos relatos dos pais sobre os sintomas da criança, realizamos exame físico e exames complementares (Raio X e endoscopia nasal, por exemplo) para auxiliar na detecção das causas da alteração respiratória. A respiração, além de exercer uma função vital, é muito importante no desenvolvimento facial e dentário e deve ser observada na criança para prevenir problemas futuros”, explica a Dra. Súrya.

A criança vai desenvolver a Síndrome do Respirador Bucal em decorrência a outra doença, como adenoide e amígdalas aumentadas; rinites; rinossinusites; desvios septais; corpos estranhos no nariz; e deformidades nasais. Segundo a Dra. Súrya, algumas dessas causas são tratáveis e curáveis com medicamentos e outras necessitam de procedimento cirúrgico, como, por exemplo, o aumento das amígdalas e/ou da adenoide.

“Independentemente da causa, é importante identificá-las o quanto antes e tratá-las de forma correta e precoce para evitar as consequências dessa Síndrome”, alerta. Entre as implicações do problema estão alterações da mordida e do crescimento do rosto, deixando-o alongado; deformidade do céu da boca; boca entreaberta; língua baixa e para frente; e retração do queixo.

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