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Crescimento Infantil
Mamãe, você sabe como lidar com a ansiedade infantil?

27 de novembro de 2017

Psicóloga explica quais são os sintomas e como tratar

Mamãe, você sabe como lidar com a ansiedade infantil?

Ficar mais preocupado com a projeção do futuro do que com o presente. Isso é ansiedade, uma condição que não é exclusiva para adultos. Crianças também podem apresentar esse comportamento. Situações como viagens, comprar um novo brinquedo, trocar de escola, esperar por alguém querido, ir à festa do amigo são normais, mas pode ser preocupante quando a sensação começa a dificultar as atividades do dia a dia.

“O que devemos observar é a intensidade e a frequência com que isso ocorre e os prejuízos que pode gerar”, alerta a psicóloga e terapeuta familiar Juliana Leal. Segundo ela, as crianças que apresentam ansiedade podem sentir medo, apreensão e preocupação. Sentimentos esses que geralmente são acompanhados de sensações físicas, como palpitações, dores no peito, falta de ar, vontade de chorar, entre outras.

“Nem sempre elas conseguem explicar o que estão sentindo. Por isso, os pais devem estar sempre atentos, pois não é saudável que crianças passem a maior parte do tempo ansiosas.”

Os motivos que levam uma criança a ficar ansiosa variam. A rigidez na educação pode ser um fator, já que o ambiente em que ela vive exerce papel importante nos quadros de ansiedade. Presenciar brigas ou ouvir comentários dos adultos sobre desemprego e problemas financeiros também pode causar a ansiedade. Mas isso não significa que você deva deixá-la alienada. É só tomar cuidado e conversar sobre assuntos que sejam compatíveis à idade dela.

“Crianças excessivamente ansiosas precisam de apoio e expectativas positivas por parte dos pais. O segredo em todas as situações é combinar bom senso com perseverança”, avalia Juliana.

 

Tratamento

 

O controle da ansiedade infantil, na maioria dos casos, é normalizado com acompanhamento psicológico. Em última opção, avalia a psicóloga, deve-se considerar a necessidade de medicação, sempre com indicação médica, para evitar que o desajuste continue e possa contribuir no desenvolvimeto de outros comportamentos prejudiciais para a criança.

“Crianças não devem ser preocupadas em excesso ou apreensivas com o futuro, o mais adequado é que vivam cada fase ao seu tempo, de acordo com o seu desenvolvimento, pois todos nós somos únicos. Então, observe sempre o comportamento do seu filho, e se notar algo que o preocupe, procure ajuda para um diagnóstico preciso”, orienta.

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