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Crescimento Infantil
A importância de brincar com os filhos no dia a dia

2 de julho de 2019

Por meio da brincadeira, as crianças fazem suas primeiras leituras do mundo

A importância de brincar com os filhos no dia a dia

por Vanessa Stedile*

Brincar é uma atividade própria da criança, da infância. É coisa séria, no sentido de ser uma forma de expressão essencial, pela qual os pequenos fazem suas primeiras leituras do mundo.
A loja Dadolalá Brinquedos acredita em todas as contribuições do brincar: a construção de conhecimentos e saberes, que amplia aspectos de ordem não apenas cognitiva, mas afetivo/emocional e físico/motora; além de desenvolver a linguagem, a imaginação e a criatividade, ao propiciar que as crianças exercitem e recriem as experiências dos adultos através do faz-de-conta.

É uma pena que estes mesmos adultos, com seu acelerado ritmo de vida, tenham estes momentos de brincar com a criança cada vez mais reduzidos – inclusive pelo grande tempo que, tanto adultos quanto crianças, têm despendido às telas, a exemplo do celular, videogames, notebooks e outros.

A tecnologia faz parte de nossas vidas e tem seu papel. No entanto, torna-se imprescindível refletir sobre como ela impacta, cada vez mais cedo, na aprendizagem e no desenvolvimento das crianças, que, pela característica própria desta etapa, precisam estar em pleno movimento, numa postura menos passiva diante do que acontece ao seu redor.

É preciso resgatar o prazer de brincar junto e garantir o tempo para esta atividade tão importante na formação da criança enquanto sujeito de direitos. Cada fase vai trazer um tipo de brincar, preferências e temas de interesse, mas, independentemente da idade, que tal coisas simples para começar?

• Fazer um brinquedo de material reciclável, teatro com fantoches, brincar com papéis – desenhar, pintar, fazer dobraduras;
• Corda, pião, amarelinha, iô-iô, soltar pipa, peteca, bola e tantas brincadeiras ao ar livre;
• Casinha, carrinho, esconde-esconde, pega-pega, jogos de mesa;
• Brincar com palavras: carta enigmática, caça palavras, trava-língua e poesia;
• E uma infinidade de brincadeiras, que podemos buscar da nossa própria infância, para reinventar juntamente com as crianças.

*Vanessa Stedile – Defensora dos direitos das crianças (em especial o de “ser criança”), mãe da Pietra e da Giulia. Coordenadora pedagógica, atua na área de consultoria e formação continuada de profissionais da Educação Infantil. vastedile@gmail.com

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