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Emocionante. Mãe acorda de coma após contato com bebê!

5 de outubro de 2018

Paciente passou 23 dias em coma após cesárea de emergência. Caso aconteceu em Fortaleza

Emocionante. Mãe acorda de coma após contato com bebê!

Amanda Cristina Alves da Silva, 28, de Fortaleza (CE), acordou de coma induzido após cesária de emergência ao sentir o toque da pele do seu bebê pela primeira vez, 23 dias após o parto. Ela não apresentava estímulos sensoriais e auditivos ou movimentos desde a cirurgia, mas ao ser colocada junto ao bebê reagiu no mesmo momento, começando a chorar. O caso deixou médicos e especialistas emocionados.

O fato aconteceu na Maternidade-Escola Assis Chateuabriand (Meac-UFC), que fica na capital cearense, para onde Amanda foi levada após uma crise intensa de convulsão, problema que enfrenta desde os 7 anos de idade. Como estava com quase 37 semanas de gestação, os médicos responsáveis optaram por mantê-la sedada e fazer uma cesárea de emergência, a fim de garantir a segurança de mãe e filho.

O bebê, Vitor Hugo, foi encaminhado à UTI neonatal, onde ficou por seis dias, enquanto a mãe seguiu para o pós-operatório na UTI obstétrica. Uma semana após a internação, os médicos começaram a retirar o remédio que a mantinha dormindo, mas ela não reagia. Apesar de todos os exames atestarem que ela tinha boa resposta neurológica, ela não se movimentava, só mexia os olhos.

Antes de transferi-la para outra unidade de saúde, já que Amanda não reagia a nenhuma recurso aplicado para que ela acordasse, a enfermeira Fabíola Nunes de Sá sugeriu colocar mãe e filho juntos. Foram avaliados os riscos e a ideia autorizada. Na mesma hora, Amanda teve os batimentos do coração acelerados e chorou.

“Colocamos Vitor Hugo em seu tórax e como ela não conseguia mexer os braços, nós levamos os braços dela até o bebê, para que a abraçasse. Foi quando vimos sair gotas de leite dos seus seios. Isso após 23 dias do parto! Jamais esperávamos uma resposta tão rápida assim”, relatou, emocionada, a enfermeira ao site da Revista Crescer.

Já no dia seguinte, o quadro de Amanda só evoluiu: ela conseguiu sentar, com o apoio da equipe de fisioterapia e, progressivamente, passou a mexer os braços e as pernas. Vinte dias depois, foi para casa sem qualquer sequela, levando o filho nos braços.

 

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