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Cirurgia íntima feminina: quebra preconceitos e afasta tabus!

1 de dezembro de 2017

Confira a entrevista com a especialista e tire suas dúvidas sobre a cirurgia

Cirurgia íntima feminina: quebra preconceitos e afasta tabus!

Por mais autoestima e menos julgamento! As brasileiras estão quebrando tabus e perdendo a vergonha de procurar ajuda para corrigir o crescimento anormal dos pequenos lábios da vagina. Todo ano mais de 10 mil mulheres procuram um médico para se submeter à modalidade mais popular de cirurgia íntima feminina, a ninfoplastia. Pode parecer frescura ou excesso de vaidade, mas não é. Quem sofre com o problema sabe muito bem o constrangimento que pode causar.

“Além do desconforto estético, essa diferença pode provocar dor nas relações sexuais e incômodo ao usar biquínis ou roupas mais justas”, ressalta a cirurgiã plástica Dra. Gisele Zanato. A especialista explica que o procedimento é simples, de pós-operatório rápido e altamente eficaz na elevação da autoestima feminina. Confira a entrevista completa e tire dúvidas sobre a cirurgia:

Qual a importância de procurar um médico que passe confiança à paciente que deseja fazer uma cirurgia íntima?

É importante que a mulher não se sinta envergonhada e isso só será possível se ela confiar no médico. Tudo será tratado com o profissionalismo e a discrição necessários.

Como é realizada a ninfoplastia?

Na ninfoplastia, o cirurgião retira parte dos pequenos lábios e reconstrói essas estruturas. O procedimento, normalmente feito com anestesia local e sedação, dura, em média, de 20 a 40 minutos. Por se tratar de uma cirurgia simples, a paciente pode ir para casa assim que estiver bem acordada. Retira-se apenas o excesso, ou seja, a porção dos pequenos lábios que fica aparente quando a mulher está em posição normal, a parte dos pequenos lábios que se projeta para fora dos grandes lábios.

Após a cirurgia, quando a mulher pode retomar suas atividades de rotina, inclusive as relações sexuais?

O repouso deve ser mantido pelo período de dois a três dias após a cirurgia. As mucosas em geral cicatrizam rapidamente, em cerca de uma semana. Depois disso, quem trabalha em escritório, sem realizar grandes esforços físicos, pode voltar à rotina. Quem trabalha com esforço físico ou que precisa caminhar muito deve esperar de duas a três semanas para retornar ao trabalho. Já as relações sexuais podem ser retomadas após 30 ou 45 dias da cirurgia.

A ninfoplastia pode prejudicar o sexo?

Não, pelo contrário, pode aumentar muito a autoestima da mulher, permitindo que ela se sinta mais à vontade com sua intimidade e possa desfrutar de uma vida sexual plena e saudável com seu parceiro. A sensibilidade durante a relação sexual não será alterada.

Quais os cuidados do pós-operatório?

Durante o banho e sempre após ir ao banheiro a higiene da região íntima deve ser feita com água e sabonete antisséptico. Recomenda-se o uso de protetor diário por cerca de uma semana, pois é normal que haja sangramento leve. Quando estiver na rua, lembre-se sempre de carregar lenços umedecidos, que ajudam na limpeza. Evitar calças muito apertadas nas primeiras semanas também é recomendado, para impedir o atrito na região e consequentemente o ferimento da área operada.

 

Autoestima feminina também passa pelas mamas

 

Mamas caídas são umas das principais queixas das mamães em relação ao corpo após uma ou mais gestações. A boa notícia é que há vários tipos de plásticas que modelam as mamas. Essas cirurgias podem ser feitas para aumentar, reduzir, levantar ou até mesmo reconstruir os seios. A Dra. Gisele explica a indicação de cada uma:

Mamoplastia de aumento: é uma cirurgia plástica com o objetivo de aumentar a mama, fazendo o uso de implantes de silicone para dar volume aos seios ou restaurar o volume mamário perdido após perda de peso ou gravidez. Nesses casos, é colocada uma prótese de silicone que faz aumentar o volume. É indicada para pessoas com mamas muito pequenas e que desejam aumentar os seios, mulheres que perderam o volume dos seios após gravidez, amamentação e perda de peso.

Mamoplastia redutora: é o nome dado à cirurgia para redução dos seios, quando estes se encontram em tamanho e peso acima das características anatômicas do tórax. Os critérios para definir a quantidade de tecido mamário a ser retirado são: dimensão de tórax; grau de hipertrofia mamária e satisfação pessoal da paciente.

Mastopexia: essa cirurgia tem como objetivo reverter o caimento natural dos seios, reposicionar a aréola e a pele com flacidez, elevando as mamas até sua posição original, promovendo sua simetria. A mastopexia é indicada para a correção das mamas caídas e flácidas, ou em casos de perda de elasticidade da pele, em que os mamilos ficam caídos devido a mudanças bruscas de peso, amamentação, envelhecimento e até mesmo a ação da gravidade.

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