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Crescimento Infantil
4 dicas para manter seu filho seguro na internet

21 de Março de 2019

Perigos da Dark Web e desafios sombrios como a Momo no YouTube assustam os pais; conheça formas para deixar seu filho se conectar em segurança

4 dicas para manter seu filho seguro na internet

Cerca de 22 milhões de crianças e adolescentes acessam a internet pelo celular diariamente, segundo pesquisa da TIC Kids Online. Além disso, 48% das crianças de até 6 anos fazem uso de dispositivos móveis regularmente e 41% delas acessam a internet sem nenhuma supervisão dos tutores – de acordo com estudo feito pela organização britânica Internet Matters com 1.500 famílias.

Com a facilidade de acesso, os pais passam a se preocupar ainda mais com os perigos do mundo digital, como a temida Dark Web – rede misteriosa da internet que era acessada frequentemente pelos atiradores do recente massacre na Escola Raul Brasil, em Suzano – e a aparição da boneca Momo, que surge em vídeos infantis inofensivos, no Youtube, e incentiva crianças a cortarem seus pulsos.

Para deixar as crianças mais seguras na internet, alguns cuidados simples podem ajudar na rotina. Veja 4 dicas:

1. Diálogo em primeiro lugar: converse com seu filho

O primeiro passo para manter a criança segura na internet é o diálogo entre pais e filhos. Para se conectar melhor com a garotada é essencial que os pais saibam o que eles andam fazendo na internet e fora dela também. Uma dica importante: procure saber quais são os youtubers que seu filho mais curte, além de hobbies, gostos musicais e quais séries e programas ele gosta de assistir. Não deixe de passar um tempo com seu filho e procure estar sempre atento às suas atividades (online e offline).

2. Disciplina: estipule limites de horário

Na hora do diálogo é importante definir os horários em que as crianças e, principalmente, os adolescentes poderão ficar conectados. A Sociedade Brasileira de Pediatria orienta que para crianças entre 7 a 14 anos de idade o ideal é limitar o tempo de exposição às mídias ao máximo de 5 horas por dia (incluindo computador, celular, tablets e televisão). Já para os adolescentes, é preciso ficar de olho e não deixá-los isolados nos seus quartos ou permitir que ultrapassem as horas saudáveis de sono para ficar na internet. Educadores e psicólogos garantem que o quarto trancado é um dos maiores perigos de hoje em dia, já que na web o adolescente pode ter acesso a conteúdos inapropriados e, muitas vezes, perigosos. Caso seu filho use lan houses, procure saber onde é esse local e estipule dias e horários que ele poderá ir até o estabelecimento.

3. Seja parceiro: navegue junto com a criança

É muito importante que os pais “surfem” a mesma onda dos filhos e também se conectem. Portanto, estejam nas mesmas redes sociais que eles, conheça os canais que a criançada assiste e separe um tempinho do seu dia para acessar à web junto com as crianças, deixe que eles mostrem o que gostam de acessar e fique por dentro do dia a dia do seu filho na internet.

4. Tecnologia a seu favor: use o controle parental

Para auxiliar os pais a organizarem melhor a rotina digital dos filhos ao celular (e tablets), uma alternativa é apostar em apps de controle parental. Um exemplo é o AppGuardian (http://bit.ly/appguardian2) que permite que os pais bloqueiem o acesso dos filhos a alguns apps do celular e até mesmo a toda e qualquer funcionalidade do smartphone – possibilitando, inclusive, que só a função telefone fique ativa. Além dos bloqueios, com a tecnologia é possível ter acesso a um relatório informando o tempo que a criança passou no Youtube e demais redes sociais. Outra ferramenta que ajuda bastante é o “Tempo de Tela”, que permite aos responsáveis determinarem (antecipadamente) quanto tempo querem que os filhos fiquem conectados ao longo da semana – de forma personalizada. Com suporte 100% em português e feito por pais e mães brasileiros, o AppGuardian também disponibiliza um navegador que bloqueia qualquer tipo de conteúdo adulto, como pornografia, no celular e tablet do seu filho.

Atividade física é aliada no controle do uso de celulares e tablets por crianças

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